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  1. A Casa Moara

    Ajudar a nascer. É esse o significado da palavra Moara em tupi-guarani. E foi em torno desse objetivo que nos reunimos na Casa Moara. Trata-se de um espaço de convivência especialmente dedicado às mulheres grávidas e suas famílias.

    No Brasil, país com um dos mais altos índices de cesárea do mundo, as famílias que optam por um caminho mais natural e menos intervencionista para o parto têm dificuldade de encontrar apoio para fortalecer suas decisões e fazer valer suas escolhas. É esse suporte, fundamentado nas mais recentes evidências científicas e recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a ajuda mais valiosa que podemos oferecer.

    Para cumprir nossa missão de ajudar no nascimento não apenas de um bebê, mas também de uma nova mãe e um novo pai, a Casa Moara dispõe de atendimentos nas áreas de obstetrícia, ginecologia, parteiras contemporâneas, pediatria, nutrição, psicoterapia, fisioterapia (preparo e reabilitação perineal), acupuntura e medicina antroposófica. Coloca também à disposição atividades que contribuem para uma gravidez mais saudável e prazerosa, como yoga, dança, Eutonia, Shantala, vivências e reuniões de grupos de apoio (gestantes, pós-parto e amamentação, avós e avôs). Para mães e pais, oferecemos cursos de preparação para o parto e de cuidados com o bebê. Para profissionais, o curso de formação de doulas e atualização em assistência humanizada à gestação e ao parto. Vale destacar que a Casa Moara não é uma casa de parto.

    Ponto de encontro de pessoas que entendem o nascimento como um evento familiar emocionante e transformador, a Casa Moara é um local de troca de experiências, onde as vivências individuais contribuem para fortalecer o grupo como um todo. Essa é a nossa forma de ajudar a nascer.

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  2. Parir é poder

    Milena sempre sonhou com a maternidade. Ao realizar o desejo de ser mãe, percebeu o quanto a experiência de partos normais em sua família a cercou da certeza de que também queria trazer seu filho ao mundo da maneira mais natural possível. E assim foi. De quebra, descobriu que parir é poder.

    Milena_09 Por Milena, mãe do Felipe

    Meu relato começa muito antes do dia do parto do Felipe ou dos 9 meses da minha gravidez. Sou aquele tipo de mulher que passou a vida inteira sonhando em ser mãe, desde criança mesmo. Cuidar de bebê, gravidez, amamentação, sempre foi o que me agradou.

    Sempre sonhei com um parto natural, tranquilo, sem intervenções. Deve ser por ter avó que pariu oito em casa, bisavó parteira. Na minha família, só tem partos normais. Ou deve ser por eu ser uma medrosa, que não fura nem orelha. Tenho pavor de cirurgia. Pavor de furar veia, pavor de injeção.

    A cada amiga, prima, conhecida, vizinha que engravidava e era submetida a uma cirurgia cesariana ficava sem entender por que tantas mulheres precisavam daquilo. Um dia foi o estopim e comecei a me informar. Descobri aí um sistema pavoroso. Mutilador de mulheres, bebês e seus sonhos. Um sistema de mitos e mentiras. Um sistema violento. Um sistema que não acolhe, que não abraça. Um sistema que mascara, que desrespeita. Um sistema que encoraja mulheres a extraírem bebês que ainda não estão prontos de seus úteros. Um sistema que não informa que a cesariana mata três vezes mais e que causa cento e vinte vezes mais problemas de saúde nos bebês (respiratórios, alergias). Um sistema que está trazendo uma geração de pessoas mais propensas a doenças. Um sistema obstétrico falido e do qual tenho vergonha. Um problema de saúde pública.

    Ali prometi a mim mesma que quando chegasse a minha vez, eu e meu filho não passaríamos por aquilo. Eu ia dar todo o melhor pra ele, desde a barriga, desde sempre.

    Estudei muito, fiz cursos, me informei, informei pessoas. Me preparei muito. Por que aqui não tem mãezinha. Aqui não rola ninguém falando o que é melhor para o meu filho. Isso quem sabe sou eu.

    Informei meu marido Luciano e procurei a cada dia trazê-lo para esse mundo comigo. Pouco a pouco ele estava ao meu lado. Com as ressalvas dele, mas respeitando meu desejo e se informando (da maneira dele) também. Pronto, se ele estava comigo, o caminho estava aberto. Sempre deixei uma coisa bem clara: o corpo é meu, mas o filho é nosso. Ele precisava estar ao meu lado para tudo correr bem.

    Tinha o desejo do parto domiciliar. Aliás, não tinha a menor dúvida de que era isso que queria (e ainda quero!) para mim e para o meu bebê. Porém, Luciano me pediu para que fosse no hospital. Já que era nosso primeiro filho e ainda não tínhamos vivido um parto. Pedido respeitado.

    Vivemos uma gestação maravilhosa, sem qualquer intercorrência, mamãe e bebê muito saudáveis. Optamos pelo pré-natal humanizado, sem inúmeras medicações e exames. Passamos os nove meses na gravidez sem nenhum exame de toque, quatro ultrassonografias apenas, muita conversa, informação e carinho em cada consulta. Olho no olho. Costumo dizer que meu pré-natal foi repleto de sessões de terapia. Ali eu era uma mulher gestando seu bebê e precisava de informação, carinho, suporte e só.

    Nossa equipe multiprofissional foi montada a dedo. Era só esperar o grande dia.

    Continuação »

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  3. Cuidados simples e informação protegem contra Zica vírus

    Tarcilla esperando Vicente - Foto: Carla Raiter

    Tarcilla esperando Vicente – Foto: Carla Raiter

    Por Daniele Moraes

    Grávidas e mães que amamentam estão enfrentando um momento de incerteza e apreensão diante dos recentes e preocupantes casos de microcefalia associados à contaminação pelo vírus Zica – transmitido pela picada do mesmo inseto da dengue, o Aedes aegypti.

    O Zika foi identificado pela primeira vez no Brasil em maio de 2015 e preocupa já que mais de 80% das pessoas infectadas não apresentam sintomas, que são manchas vermelhas pelo corpo, febre baixa, coceira leve a intensa e vermelhidão nos olhos. O teste para a confirmação da contaminação deve ser feito, de preferência, nos primeiros cinco dias de manifestação dos sintomas, porém é bastante restrito e caro. Assim como no caso da dengue, não há um tratamento específico. Os sintomas são tratados com remédios para dor e febre e somem em sete dias, em média.

    Segundo o mais recente Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde foram registrados 2.401 casos de microcefalia e 29 óbitos até dezembro de 2015. O informe divulgado detalha, pela primeira vez, os primeiros casos confirmados (134) e descartados (102). Do total de suspeitos notificados, continuam em investigação 2.165 casos.

    O que é microcefalia?
    A microcefalia é uma malformação congênita que faz com que o cérebro não se desenvolva da maneira adequada. A relação entre o Zica vírus e o surto de microcefalia foi confirmada no mês de novembro, acendendo o alerta vermelho para uma situação inédita na pesquisa científica mundial.

    Vale destacar, entretanto, que nem todo tipo de constatação de perímetro cefálico pequeno é motivo para preocupação. Segundo o médico, Alan Hatanaka, “o importante é avaliar se o cérebro é normal ou não. Isto pode ser feito através da ultrassonografia no terceiro trimestre”. Ele explica que a microcefalia é resultado de graves malformações cerebrais. “Podemos citar a destruição do tecido cerebral, calcificações e hidrocefalia. Estas lesões resultam num menor tamanho do cérebro e, por consequência, ocorre a microcefalia”.

    Diante da epidemia, o médico acredita que além da ultrassonografia morfológica de primeiro e segundo trimestres, a realização de uma ultrassonografia morfológica no terceiro trimestre é importante. “Ela poderá avaliar eventuais alterações no feto”, diz.

    Risco de contaminação em gestantes
    As gestantes cujos bebês desenvolveram a microcefalia tiveram sintomas do vírus Zika no primeiro trimestre da gravidez. Mas o cuidado para não entrar em contato com o mosquito deve ser para todo o período da gestação.

    É fundamental combater os criadouros e se proteger com o uso de repelentes, mantendo portas e janelas fechadas ou instalando com telas e usando blusas e calças compridas. Entre as recomendações do Ministério da Saúde para as gestantes estão:

    - realização de um pré-natal completo;

    - reforço das medidas para prevenir a picada do mosquito;

    - não consumir bebidas alcoólicas ou qualquer tipo de drogas;

    - não utilizar medicamentos sem orientação médica;

    - evitar contato com pessoas com febre, manchas vermelhas ou infecções;

    - proteger-se de mosquitos.

    Segundo a obstetra Andrea Campos, não há indicação de que as mulheres evitem a gravidez neste momento por conta do risco de contaminação. “Essa é uma escolha pessoal e ainda não temos nenhuma recomendação oficial nesse sentido. O alerta geral é para que sejam tomados todos os cuidados necessários para a prevenção”, pondera.

    Quem amamenta também corre risco?
    Segundo informações divulgadas pela IBFAN (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar), não há qualquer evidência epidemiológica da transmissão pelo leite materno. “Nota-se que nas regiões endêmicas, os estudos mostram que as crianças amamentadas estão mais protegidas da dengue, febre amarela, chikungunya e encefalites do que as crianças não amamentadas. Além disso, é preciso lembrar da conhecida proteção que a amamentação confere contra muitas outras doenças”, divulgou em nota.

    O pediatra neonatologista Douglas Nóbrega Gomes afirma que, “segundo publicação do CDC (Centers of Disease Control anda Prevention), até agora não há evidências da transmissão do Zica pelo leite materno e os benefícios associados à amamentação são invariavelmente maiores. Por isso, recomendamos a manutenção do aleitamento.”

    Uso de repelentes
    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclarece que não há impedimento para a utilização de repelentes por mulheres grávidas, desde que estejam devidamente registrados e sejam seguidas as instruções de uso descritas no rótulo de cada produto. Eles também alertam que os inseticidas “naturais” à base de citronela, andiroba e óleo de cravo, entre outros, não possuem comprovação de eficácia nem a aprovação pela Anvisa. Nesse mesmo sentido, ainda não há medicamentos aprovados com a finalidade de repelir insetos. Portanto, a Vitamina B ou Tiamina não apresenta eficácia comprovada como repelente.

    Como eliminar criadouros do Aedes aegypti
    O combate ao mosquito Aedes aegypti é fundamental para o controle do surto de microcefalia. Para isso, é importante realizar vistoria periódica nas residências, tanto dentro da casa quanto em quintais, para eliminar recipientes (pratinhos com vasos de plantas, lixeiras, baldes, ralos, calhas, garrafas, pneus e até brinquedos) que possam acumular água parada e manter-se vigilante quanto à limpeza do seu bairro. Se identificado acúmulo de lixo ou entulho, ou qualquer recipiente com a larva do mosquito, é recomendado que seja feita denúncia aos Conselhos de Saúde.

     

     

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  4. Novidades para 2016 – novos cursos e calendário de Encontros de Gestantes

    rodademaesmaio115pp_w1050_h648_500270Já está disponível o calendário completo dos nossos Cursos e Encontros de Gestantes para o ano de 2016. Nossas atividades serão retomadas gradativamente a partir da primeira semana de janeiro, sendo que consultas e demais atendimentos não serão interrompidos no período de festas. Em caso de dúvidas, pedimos que entrem em contato com a nossa secretaria para informações sobre as datas específicas de retorno das suas atividades.

    Novos Cursos
    Os cursos voltam no dia 23 de janeiro, quando teremos a primeira turma de “Preparação para o parto“. Para o ano que vem, teremos duas novidades em nossa grade, com a realização dos cursos de “Reciclagem  para vovós” e “Reciclagem para babás e cuidadoras“. O objetivo deles é apresentar as melhores e mais atualizadas informações sobre os cuidados com bebê de forma humanizada, abordando também questões sobre desenvolvimento, carinho e vocação.

    Seguem em nossa programação os cursos de “Cuidados com o Bebê, Pós-parto e Amamentação“, “Prevenção de acidentes e primeiros socorros com bebês e crianças” e “Shantala“.

    Veja aqui o calendário de cursos para 2016.

    Encontros de Gestantes
    Já os Encontros de Gestantes recomeçam na quarta-feira, dia 13 de janeiro, às 20h, com o tema: “Parto Humanizado no hospital.” Lembrando que esta é uma atividade gratuita e aberta a todos os interessados, sem necessidade de inscrições.

    Confira os temas dos nossos Encontros de Gestantes em 2016.

    Aproveitamos esta oportunidade para agradecer o carinho e a confiança de nossos pacientes, clientes, amigos e colaboradores, desejando a todos boas festas e um 2016 cheio de saúde e alegria!

     

     

     

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