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  1. A Casa Moara

    Ajudar a nascer. É esse o significado da palavra Moara em tupi-guarani. E foi em torno desse objetivo que nos reunimos na Casa Moara. Trata-se de um espaço de convivência especialmente dedicado às mulheres grávidas e suas famílias.

    No Brasil, país com um dos mais altos índices de cesárea do mundo, as famílias que optam por um caminho mais natural e menos intervencionista para o parto têm dificuldade de encontrar apoio para fortalecer suas decisões e fazer valer suas escolhas. É esse suporte, fundamentado nas mais recentes evidências científicas e recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a ajuda mais valiosa que podemos oferecer.

    Para cumprir nossa missão de ajudar no nascimento não apenas de um bebê, mas também de uma nova mãe e um novo pai, a Casa Moara dispõe de atendimentos nas áreas de obstetrícia, ginecologia, parteiras contemporâneas, pediatria, nutrição, psicoterapia, fisioterapia (preparo e reabilitação perineal), acupuntura e medicina antroposófica. Coloca também à disposição atividades que contribuem para uma gravidez mais saudável e prazerosa, como yoga, dança, Eutonia, Shantala, vivências e reuniões de grupos de apoio (gestantes, pós-parto e amamentação, avós e avôs). Para mães e pais, oferecemos cursos de preparação para o parto e de cuidados com o bebê. Para profissionais, o curso de formação de doulas e atualização em assistência humanizada à gestação e ao parto.

    Ponto de encontro de pessoas que entendem o nascimento como um evento familiar emocionante e transformador, a Casa Moara é um local de troca de experiências, onde as vivências individuais contribuem para fortalecer o grupo como um todo. Essa é a nossa forma de ajudar a nascer.

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  2. Sem açúcar, com afeto

    Boas informações, atenção especial com a alimentação – equilibrada e regrada –, atividade física bem indicada e, em alguns casos, uso de insulina ajudam no controle da glicemia e desfazem mitos a respeito do Diabetes Gestacional. 

    Ensaio gestante de Flávia Alves, esperando o Pedro.  Foto de Carla Raiter.

    Ensaio gestante de Flávia Alves, esperando o Pedro. Foto de Carla Raiter.

    Por Daniele Moraes

    Não há como determinar exatamente o que leva uma mulher a desenvolver Diabetes Gestacional ou, em termos científicos, Diabetes Mellitus Gestacional. O que sabemos é que alguns fatores aumentam o risco da doença, entre eles: a obesidade (principalmente), a idade materna avançada (acima de 35 anos), o sedentarismo, a alimentação hipercalórica, o ganho de peso excessivo durante a gravidez, a gestação múltipla, o histórico familiar e… o estresse.

    Diante de fatores tão comuns em nossas vidas, fica fácil entender o aparente (e real) aumento da incidência da doença notado nos dias de hoje. Segundo o obstetra Jorge Kuhn, “não somente tem havido maior número de diagnósticos, mas também as condições da vida moderna têm contribuído para o aumento dos casos”.

    A boa notícia, garantem médicos e nutricionistas, é que com um bom acompanhamento, exercícios físicos e dieta bem orientada é possível controlar o índice glicêmico e ter uma gestação saudável, sem grandes sacrifícios. Em poucos casos é necessária a administração de insulina, somente quando a dieta e os exercícios físicos não forem suficientes para o controle da glicemia.

    Juliana Ferreira Kozan esperando a Beatriz. Foto: Sharon Eve Smith.

    Juliana Ferreira Kozan esperando a Beatriz. Foto: Sharon Eve Smith.

    Assim, é fundamental entender o que é Diabetes Gestacional. A doença se caracteriza pelo alto nível de açúcar no sangue durante a gestação, aumentando também, consequentemente, os índices de glicose levados ao bebê, que, por sua vez, tende a ganhar mais peso. Assim, no início da gestação deve-se realizar um exame para medição da glicemia em jejum – o que afastará a possibilidade de já existir diabetes antes da gravidez. Posteriormente, entre 24 e 28 semanas de gestação, repete-se o exame, que deve ser realizado após uma sobrecarga de glicose.

    A advogada Juliana Ferreira Kozan, mãe de Beatriz, de 1 ano e 4 meses, conta que quando ouviu o diagnóstico de Diabetes Gestacional levou um susto. “Não conhecia muito bem o assunto e fiquei triste em pensar que tinha um problema que parecia ser sério”. Acalmou-se quando a sua obstetra explicou o que era a doença e enfatizou que, se controlada, não impediria o parto natural que ela buscava.

    E é isso mesmo. A médica obstetra Andrea Campos enfatiza que, se controlado adequadamente, o Diabetes Gestacional não traz riscos e não influencia a via de parto. Para se ter uma ideia, já “durante o trabalho de parto e após o nascimento do bebê, todos os alimentos voltam a ser liberados e não há necessidade de nenhum cuidado especial”, explica. De acordo com a Dra. Andrea, ˜se bem controlado, também não há riscos nem necessidade de cuidados especiais com o recém-nascido”.

    O controle, garante a médica, não é difícil. ˜A mulher terá que seguir uma dieta com restrição de doces, massas e outros alimentos de alto índice glicêmico e medir a glicemia, após as refeições, para assegurar o controle”. A melhor opção, segundo Dra. Andrea, “é fazer um acompanhamento com uma nutricionista, que vai ajudar a mulher a se alimentar de forma nutritiva e com alimentos de baixo índice glicêmico”. A palavra substituição define o caminho.

    Para Juliana, o acompanhamento com uma nutricionista foi importante. “Ela me ajudou a selecionar alimentos mais adequados à dieta. Assim, comia bastante, não passei fome de jeito nenhum, só que comia as coisas certas”, conta. A principal dica, para ela, foi procurar conhecer o índice glicêmico dos alimentos. “Passei a comer mais hortaliças no almoço e jantar, pois diminuem a absorção da glicose, bem como a evitar sucos, e incluí na minha alimentação farinha de banana verde, que eu misturava ao leite”, explica. Com 40 semanas e um dia, Juliana deu à luz Beatriz, que nasceu com 3,135 kg, na água, em um emocionante parto natural hospitalar. Após o nascimento de sua filha, Juliana realizou exames de sangue para verificar a glicemia, com resultados normais.

    Isabela Villela de Abreu Bara e o marido esperando Pedro. Foto: Arquivo pessoal

    Isabela Villela de Abreu Bara e o marido esperando Clara. Foto: Arquivo pessoal

    A educadora Isabela Villela de Abreu Bara, mãe de Clara, de 1 anos e 10 meses, também ficou muito surpresa com o diagnóstico. “Sempre fui atleta e cuidei da minha alimentação. Demorou para cair a ficha de que eu teria que ter uma alimentação ainda mais restritiva. Como minha dieta já era saudável, cortar apenas poucas coisas não adiantava muito. Depois fui me acostumando e me motivando em manter o índice no limite aceitável”, conta Isabela, que monitorava a glicemia com aparelho medidor 3 vezes ao dia, após as principais refeições. Depois do nascimento de Clara, numa cesárea humanizada, indicada por outros fatores, Isabela repetiu os exames e “tudo voltou ao normal”, destaca.

    De olho no futuro

    O Diabetes Gestacional, surge durante a gravidez  e na maioria dos casos desaparece após o parto. Todavia, explica o obstetra Jorge Kuhn, “algumas vezes pode predispor ao surgimento da doença no futuro da mulher”. É também o que aponta pesquisa realizada pelo Hospital Universitário de Seul, na Coréia do Sul. O estudo acompanhou 843 mulheres diagnosticadas com Diabetes Gestacional entre 1996 e 2003. Aproximadamente 13% delas desenvolveram Diabetes tipo 2 dois meses após o nascimento do bebê e outras desenvolveram a doença num período de até três anos depois do parto, cerca de 6% ao ano. A obesidade foi o principal fator de risco associado para os dois grupos.

    Por isso, explica Dr. Jorge, “após o parto, é importante praticar exercícios físicos, manter uma dieta saudável, preferencialmente acompanhada por um bom nutricionista ou médico nutrólogo e um bom controle da glicemia, acompanhado por um bom médico endocrinologista”.

    Para uma alimentação saudável e tranquila

    De acordo com a nutricionista Rachel Francischi, quando uma gestante recebe o diagnóstico de Diabetes Gestacional a primeira ideia é de que ela deve cortar o consumo de carboidratos da sua dieta. “Mas não é bem assim”, explica. Os alimentos fontes de carboidratos devem continuar fazendo parte da alimentação das gestantes. “O segredo é que nem todo carboidrato é igual para o metabolismo e existem importantes diferenças dependendo de cada alimento”, diz Rachel.

    Os principais alimentos que devem ser evitados são os carboidratos de alto índice glicêmico, ou seja, aqueles que elevam a glicemia muito rapidamente. O índice glicêmico é uma classificação dos alimentos em função da sua capacidade em subir muito ou pouco a taxa de açúcar no sangue.

    A nutricionista ressalta ainda que, na tentativa de controlar a glicemia, algumas gestantes fazem uma restrição muito severa na sua alimentação, podendo prejudicar assim o seu estado nutricional e a evolução da gestação. “Não são recomendadas dietas severas ou restrições calóricas. Jamais ela deve perder peso e, sim, continuar ganhando o peso esperado para cada fase gestacional”, explica.

    É muito importante, portanto, que a gestante consiga garantir o equilíbrio nutricional, através da adequada ingestão de proteínas, gorduras essenciais, carboidratos saudáveis, fibras, vitaminas e minerais. Segundo Rachel, isso é perfeitamente possível mesmo para quem tem Diabetes Gestacional, “desde que a paciente esteja bem informada e consciente das escolhas alimentares”.

    De acordo com a nutricionista, muitas vezes um acompanhamento individual é necessário, para avaliar e definir as necessidades nutricionais da gestante, orientar uma dieta equilibrada, adequada e saborosa, e sobretudo para “curar” os medos de comer e esclarecer muitas dúvidas e tabus alimentares, o que melhora, segundo ela, “tanto a saúde física como emocional da gestante”.


    Principais dicas para controle da glicemia

    Evitar:
    Carboidratos de alto índice glicêmico, principalmente o açúcar e massas com farinha branca. Algumas frutas, como a melancia, e alguns legumes, como a cenoura e a beterraba, embora muitos saudáveis, também têm alto índice glicêmico.

    Consumir:
    Proteínas, verduras e hortaliças. Leguminosas, como os feijões, lentilhas, grão de bico e ervilhas, por terem baixo índice glicêmico podem ser consumidas. Assim como a aveia, o centeio e seus pães – sempre com moderação.

    Combinações:
    A combinação de certos nutrientes interfere no índice glicêmico. Por exemplo, numa mesma refeição, o consumo de fibras presente nas hortaliças folhosas diminui o índice glicêmico dos alimentos, ajudando num melhor controle da glicemia.

    Atenção:
    As frutas podem ser consumidas, mas é importante avaliar se as mais doces não causam um aumento da glicemia. O mesmo vale para os grãos e cereais, sempre integrais.

    Fracionar:
    É importante manter uma dieta fracionada, ou seja, comer pouca quantidade, a cada 3 horas. Em muitas situações, não é o tipo de alimento que faz a glicemia subir, mas a quantidade que é consumida. Podem ser necessárias de seis a oito pequenas refeições diárias para uma gestante com Diabetes Gestacional conseguir consumir todos os nutrientes necessários de forma equilibrada e sem descompensar a sua glicemia.

    Cuidados especiais:
    O controle da glicemia deve ser feito diariamente, duas horas após as principais refeições, com aparelho medidor. Esse controle é muito importante para a adequação da dieta, pois existe uma variação de como cada organismo reage ao consumo de determinados alimentos. Por exemplo, para algumas pessoas as massas, mesmo as integrais, elevam muito a glicemia, enquanto que para outras é possível consumir uma pequena quantidade de chocolate amargo sem grandes alterações.

    Movimente-se:
    A prática de atividades físicas, principalmente aeróbicas, é muito importante para auxiliar no controle do Diabetes Gestacional – consulte seu médico para saber qual a melhor atividade para você.

    Informações da nutricionista Rachel Francischi e da parteira e obstetriz Marcia Koiffman.

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  3. Cine Moara

    Gestantes e casais que se preparam para um parto natural e humanizado têm agora mais um apoio para essa busca. A Casa Moara passa a exibir, a partir de maio, filmes didáticos, documentais ou ficcionais sobre gravidez e parto, oferecendo um espaço de discussão e exposição de diferentes abordagens sobre o filme indicado. O objetivo é que os casais tenham acesso a um acervo de filmes especializados sobre o nascimento, que certamente não encontrariam em outros locais.

    Esse tipo de filme amplia o universo das possíveis formas de nascer aceitas hoje em nossa cultura, ao mesmo tempo em que tende a quebrar certos paradigmas. A mulher de hoje, encontrando-se distanciada das experiências de parto de suas antepassadas, tem a chance de, através dos vídeos, ter o contato com nascimentos verdadeiramente naturais nos quais a mulher é quem “faz” o seu próprio parto.

    Após as sessões, teremos a presença de profissionais com experiência em partos humanizados que mediarão os encontros e complementarão as discussões com uma abordagem da sua área de atuação, trazendo material que estimule a reflexão.

    Não é necessário fazer inscrições para o Cine Moara.

    Próxima sessão:

    21 de maio às 19h30

    Imagem cartaz do filme Parir e Nascer.- Parir e Nascer de Karin Berghammer (Áustria), 42min.

    A obra é composta por duas partes. A primeira aborda aspectos emocionais, mostra imagens reais de partos ocorridos na Clínica da Mulher da Universidade de Viena, nos quais fica evidente como a estrutura do local e a forma do atendimento às parturientes são favoráveis à entrega, abertura, confiança e superação que requer o parto natural. Na segunda parte, mais didática, se apresentam os processos fisiológicos ocorridos durante e depois do nascimento, incrivelmente bem ilustrados em animações computadorizadas do tipo 3D. Na ocasião, haverá a mediação com a doula Adriana Natrielli.


    Profissional:

    Adriana Natrielli – Mestre em Filosofia (USP, 2005), é professora e atua como Doula (certificada pelo GAMA, 2011) e Massagista Thai Yoga. Ativista pela humanização do parto através da rede Parto do Princípio, fundou com outras mães o MAMI Butantã (Movimento de Apoio a Maternidade Integral), onde coordena reuniões quinzenais como voluntária desde maio 2011. É também sócia fundadora da Associação de Doulas de São Paulo (ADOSP). Atualmente pesquisa de forma autônoma questões relacionadas, à saúde da mulher no ciclo gravídico, Parto Ativo e redes de apoio a maternidade, trajetória que teve inicio após suas próprias experiências de maternidade. Casada desde 1998 com o engenheiro de alimentos Roberto, tiveram seu primeiro filho em 2007 em uma cesárea intraparto. Foi a partir desse evento que se iniciou a pesquisa por uma assistência mais favorável ao parto natural, o planejamento para que pudessem ter sua filha Gabriela (nascida em 2009) em casa, sem absolutamente nenhuma intervenção desnecessária e o desejo de encorajar outras mulheres a confiarem em seu corpo, em seus bebês e no processo natural de nascimento.

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  4. Curso para cuidadores de bebês e crianças na primeira infância

    Todas as mães e pais sabem do grande desafio que é encontrar alguém de confiança e preparado para cuidar diariamente de seus filhos. Pensando nisso, a Casa Moara oferece o curso para cuidadores de bebês e crianças na primeira infância.

    Nosso objetivo é contribuir para o aperfeiçoamento destes cuidadores por meio de uma abordagem integral e transdisciplinar, capacitando-os tanto pessoal como profissionalmente para atuarem de forma saudável, criativa e ética no exercício do cuidado aos recém-nascidos e crianças durante a primeira infância. O curso busca desenvolver habilidades técnicas e pessoais indispensáveis a um cuidador e estimular ações que visam o desenvolvimento pleno do ser humano, bem como a consciência social e de si, intensificando o cuidado amoroso e fortalecendo as relações entre os pais, as crianças e seus cuidadores.

    Durante o decorrer do curso, mais do que “ensinar” a cuidar, buscaremos incentivar e oportunizar o contato das participantes com a dimensão amorosa e maternal, aprimorando suas habilidades, ampliando seus conhecimentos e elevando sua autoconfiança, para que possam experimentar e vivenciar as dimensões saudáveis de si e da relação com o outro e, principalmente, transmitir amorosidade e valores positivos para o bebê e a criança que será cuidada. Mais que um curso técnico, o Curso de Cuidadores visa promover uma transformação pessoal e social.

    Para quem: Voltado para ajudantes do lar que irão cuidar de bebês e crianças, babás, baby- sitters (foguistas), berçaristas e auxiliares da pré-escola que queiram se aperfeiçoar na arte do cuidado diário de bebês e crianças.

    Conteúdo Programático:

    • O Papel do Cuidador
    • Cuidados com recém-nascido e crianças em geral
    • Hábitos e higiene
    • Desenvolvimento infantil (aspectos físicos e psicológicos)
    • A fusão mãe-bebê e o suporte emocional do cuidador
    • Família e relações afetivas – como se adaptar?
    • Nutrição e alimentação (da amamentação à introdução dos alimentos)
    • Modalidades de comunicação e interação
    • A arte do brincar
    • Acessórios materno-infantis (vantagens e desvantagens)
    • Prevenção de acidentes com bebês e crianças
    • Saúde infantil e rotinas pediátricas
    • Noções básicas de primeiros socorros
    • Ética, conduta e postura da profissional

    Certificado de participação: Será conferida pela Casa Moara para aquelas que cumprirem 100% de assiduidade.

    Carga horária: 28 horas

    Próxima turma: a confirmar

    Investimento: R$980,00 – R$ 280,00 de inscrição / 2x de R$350,00 com cheque pré-datado

    Coordenação: Drika Cerqueira e Claudia Xavier

    Local: Casa Moara – Rua Guararapes, 634, Brooklin Paulista, São Paulo, SP.

    Inscrições: (11) 5096 -2318

     

    PROFISSIONAIS:

    Adriana Cozza Cerqueira (Drika) – Formada pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), atua há oito anos como doula e educadora perinatal, após formação pelo Gama e pela Ando. Nesse período, acompanhou cerca de uma centena de partos. Foi doula voluntária no Amparo Maternal e possui formação complementar em Florais de Bach para gestantes, puérperas e bebês, Ciência do Início da Vida e Manejo Clínico em Amamentação. Há quatro anos, ministra cursos de preparação de gestantes para o parto e a maternidade. É professora do curso de Cuidados com o Bebê, Pós-Parto e Amamentação da Casa Moara e cursa Psicologia Transpessoal no Instituto Humanitatis.

    Claudia Xavier – Terapeuta, pós-graduada em Psicologia Transpessoal pela Alubrat (Associação Luso-Brasileira de Transpessoal). Formada em Publicidade e Propaganda pelo Mackenzie, com MBA em Gestão de Relacionamento com Clientes pelo IBMEC/SP, atuou por mais de 15 anos nas áreas de comunicação, relacionamento e desenvolvimento de pessoas. Possui cursos de formação complementar em Bioenergética, Reiki e práticas meditativas. Doula, realiza atendimentos terapêuticos individuais e na Casa Moara, ministra cursos de preparação emocional de gestantes para o parto natural e coordena os encontros de gestantes.

    Rachel Francischi – Nutricionista pela Faculdade de Saúde Pública da USP, com mestrado em Biologia Funcional e Molecular na área de Bioquímica pela Unicamp, atuou por cinco anos como nutricionista para a América Latina e o Caribe do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (ONU), com foco prioritário no grupo materno- infantil. Professora da Universidad de Panamá (2006 a 2010) e da Universidad de Chile (desde 2007), é autora de mais de 40 publicações científicas na área de nutrição, em temas diversos como nutrição materno-infantil, comportamento alimentar, metabolismo, atividade física e saúde. Possui formação complementar em Programação Neurolinguística (PNL). É nutricionista clínica na Casa Moara.

    Vanessa Sarai da Costa – Pós-graduada em Pscologia Transpessoal pela ALUBRAT – Associação Luso Brasileira de Psicologia Transpessoal, com o desenvolvimento de trabalhos voluntários sobre o brincar e monografia com o tema “Contribuição da atividade lúdica no desenvolvimento do ser humano em qualquer fase da vida”.
    Pedagoga pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, tendo desenvolvido e apresentado trabalhos em congressos na USP, UFSC, UPM-SP sobre a importância do brincar e brinquedoteca universitária, bem como a participação na implantação do “Laboratório do Brincar – UPM-SP”.
    Coach pela SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching, com foco na transformação pessoal e elevação do nível de consciência humano.

     

     

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