
Prática terapêutica que favorece a ampliação da consciência corporal, a Eutonia (do grego eu = bom, harmonioso e do latim tônus = tensão) foi desenvolvida na década de 1940 na Dinamarca por Gerda Alexander e introduzida no Brasil na década de 1980 por Berta Vishnivetz.
Por meio de exercícios que estimulam a atenção às sensações corporais, adquire-se uma consciência apurada que favorece a assimilação das transformações corporais, especialmente durante a gravidez e o pós-parto, reduzindo os desconfortos típicos dessa fase da vida.

Em dois encontros, a eutonista Gabriela Bal orienta e propõe exercícios para gestantes que, aliados às informações precisas relativas à anatomia e fisiologia, especialmente da cintura pélvica, contribuem para um parto ativo e consciente. Aprimora-se um estado de presença, sinônimo de “empoderamento”, para que a gestante seja protagonista de seu parto.
Datas das aulas:
17 de março – Aprendendo a lidar com as dores e os desconfortos da gravidez: lombar, ciática, falta de ar, inchaço.
24 de março – Exercícios de conscientização da pelve e visulização ativa para o parto, anatomia e biomecânica do parto.
Horário: Das 11h às 13h
Investimento: Uma aula: 95 reais / Duas aulas: 180 reais
Mais informações com Gabriela Bal, tel. (11) 9952-6738
Inscrições na Casa Moara: tel. (11) 5092-6436
Prática terapêutica que favorece a ampliação da consciência corporal, a Eutonia (do grego eu = bom, harmonioso e do latim tônus = tensão) foi desenvolvida na década de 1940 na Dinamarca por Gerda Alexander e introduzida no Brasil na década de 1980 por Berta Vishnivetz.
Por meio de exercícios e massagem, a eutonista orienta a recuperação do corpo após as transformações da gravidez, permitindo não apenas o retorno ao equilíbrio anterior à gestação, mas favorecendo uma nova organização postural e da imagem corporal.
Atendimento individual e aulas em grupo. Segundas-feiras, das 11h às 16h30.
Profissional: Gabriela Bal

Do latim obstare, significa “estar ao lado” da parturiente. O modelo de obstetrícia praticado pelos profissionais da Casa Moara, conhecido como parto humanizado, tem por princípio a devolução do protagonismo à mulher, ou seja, é dela o papel mais importante. Cabe aos profissionais que realizam o atendimento estarem junto dela, atentos à evolução do trabalho de parto e prontos para intervir, se necessário. A prática está fundamentada na Medicina Baseada em Evidências, que considera não apenas a opinião de especialistas, mas principalmente o resultado de estudos clínicos com parâmetros científicos. Consultas de pré-natal com uma hora de duração (médicos obstetras) ou uma hora e meia (obstetriz/parteira). Parto hospitalar e domiciliar.
Profissionais: Andrea Campos | Jorge Kuhn | Márcia Koiffman
No final da gravidez o ultrassom mostra o bebê sentado dentro do útero. Surge a expectativa de que ele logo vire de cabeça para baixo. O tempo passa… E nada! Hora de perder a esperança de um parto normal? A resposta é não. Uma manobra simples pode ajudá-lo a mudar de posição.
Por Luciana Benatti
A notícia veio como uma ducha de água fria. Com 36 semanas de gravidez, acreditando que a bolsa tinha rompido, Letícia procurou o hospital, onde fez um ultrassom. A suspeita não se confirmou, mas ela descobriu que sua filha Helena estava na posição pélvica, ou seja, sentada. Surpreendida pela novidade, Letícia manteve o otimismo e nem pensou em abandonar os planos de um parto natural: “Eu não queria uma cesárea”.
Quando se trata do primeiro filho, caso de Letícia, o fato de o bebê estar pélvico é indicação de cesariana. Sabendo disso, ela tentou de tudo para ajudar sua filha a virar: exercícios, moxabustão (técnica da medicina tradicional chinesa) e acupuntura. Sem resultado. “Minha sensação era de que ela estava tentando virar e não conseguia”, recorda. Por fim, seguindo a sugestão de sua doula, resolveu tentar a versão cefálica externa, manobra obstétrica sobre a qual já havia lido na internet e ouvido falar em grupos de discussão de grávidas na internet.
Destinado a gestantes e puérperas, consiste no preparo do períneo para o parto (inclusive com o uso do aparelho Epi-no) e na sua reabilitação após o parto. Baseado em evidências científicas, o atendimento fisioterapêutico é realizado por profissional especializada em ginecologia e obstetrícia, que vem obtendo bons resultados no preparo de mulheres que desejam ser protagonistas de seus partos. Os atendimentos são realizados de forma individual, às segundas-feiras à tarde, com duração de aproximadamente uma hora.
Profissional: Míriam Zanetti
Apontado como principal causa de disfunções sexuais e incontinência urinária entre mulheres, o parto é apenas um entre muitos fatores. A boa notícia é que existem maneiras de preparar o períneo para diminuir o risco de lesões
Por Luciana Benatti
Como será o sexo depois do parto? E se a vagina ficar larga, frouxa? Essa preocupação, muito comum entre as mulheres – e homens, é claro – nos meses que antecedem a chegada de um filho, tem origem numa ideia arraigada na cultura brasileira: a de que a passagem do bebê pela vagina deixará os músculos flácidos, comprometendo a vida sexual da mulher.
Essa associação entre parto normal e danos permanentes ao períneo – musculatura ao redor da vagina e do ânus – também é comum entre os médicos, que assim aprendem inclusive nos livros. Um dos manuais de obstetrícia mais usados nas faculdades afirma que a passagem do bebê “raramente é possível sem lesar a integridade dos tecidos maternos, com lacerações e roturas as mais variadas, a condicionarem frouxidão irreversível do assoalho pélvico”.
Alguns profissionais, no entanto, contestam essa visão. Especialista em preparo perineal para o parto, a fisioterapeuta Miriam Zanetti começou a desconfiar dessa afirmação anos atrás, quando tratava incontinência urinária em mulheres na faixa dos 50 ou 60 anos. “Percebi que muitas delas tinham feito cesárea. Algumas nunca haviam engravidado”, conta.
Ao pesquisar o assunto, ela descobriu que, além do parto, existem vários outros fatores que podem causar disfunções no assoalho pélvico. A começar pela gestação, já que o peso do bebê distende essa musculatura. E também obesidade, prisão de ventre, tosse crônica e a prática de atividade física de impacto – corrida, basquete, vôlei. “O parto não é o vilão”, conclui.
Revista do Crefito – SP – abril/2010
Em boa companhia!
Trecho:
“A Dra. Miriam Zanetti, coordenadora da especialização de fisioterapia em obstetrícia da UNIFESP e supervisora do núcleo de estágios de fisioterapia em ginecologia obstetrícia da UNIFIEO, trabalha com um aparelho alemão chamado “Epi-no” e a massagem perineal. O equipamento serve para quantificar a flexibilidade da musculatura do períneo. Um estudo realizado com 230 gestantes demonstrou que a partir de 21 cm de perimetria, a mulher tem 5 vezes mais chance de permanecer com períneo íntegro, sem episiotomia ou laceração, lesões que podem ocorrer no momento da expulsão fetal.”
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Baseado na antroposofia, medicina que visa compreender o ser humano de forma integrada, o aconselhamento biográfico é um processo terapêutico de apoio ao indivíduo em situações de crise de desenvolvimento pessoal – de relacionamento, profissional ou de saúde. O objetivo é desenvolver capacidades adormecidas, proporcionar um entendimento mais amplo da própria essência e, com isso, aumentar a confiança na vida. Destina-se a qualquer um que busque a compreensão de sua biografia. O atendimento, individual ou em grupos de até quatro pessoas, é oferecido às terças-feiras pela manhã.
Profissional: Ronaldo Perlatto
Dificuldades com a amamentação são comuns nos primeiros dias de vida do bebê e também alguns meses depois, quando a mãe precisa voltar ao trabalho. Para ajudar nesses momentos delicados, o atendimento consiste no apoio às mães oferecido por obstetrizes especializadas, seja no consultório ou em atendimento domiciliar.
Profissionais: Márcia Koiffman | Primaluz | Honorina Almeida (Nina) | Daniela de A. Andretto
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