No vídeo promocional do documentário, que será lançado no primeiro semestre de 2012, médicos e mulheres falam da realidade obstétrica brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas e de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias, na contramão do que é recomendado hoje pela ciência.
O programa Papo de Mãe exibido no último domingo na TV Brasil, com apresentação de Mariana Kotscho e Roberta Manreza, conversou sobre parto natural com mães e profissionais. Entre os convidados, as parteiras Marcia Koiffman e Priscila Colacioppo (vídeo em três partes, clique em CONTINUAÇÃO para assistir).

Cresce número de partos em casa
Partos domiciliares aumentaram nos últimos cinco anos na capital. Gestantes buscam opção natural e familiar para dar à luz os filhos
Trecho:
A agenda apertada da enfermeira obstetra Márcia Koiffman confirma isso. Ela,que faz partos em casa desde 2005, diz não dar conta da procura. “Quando comecei,fazia um parto por mês, às vezes nenhum. Hoje, tenho que recusar pois minha agenda está cheia até setembro.”
Ela ressalta a importância do planejamento. “Acompanhamos o pré-natal e traçamos um plano B, já definindo um hospital e medidas a serem tomadas caso a gestante tenha que ser removida”, diz.
Com nove meses de gestação,a empresária Claudia Xavier, 34 anos, se diz ansiosa para conhecer Olívia, sua primeira filha. “Sempre quis ter um parto natural e, no hospital, há intervenções que julgo desnecessárias”, diz.
Jornal AGORA, 22/5/2011
Assista a reportagem de Vanessa Caubianco, do programa Lá em Casa, sobre nosso workshop de preparação para o parto. A professora de yoga e doula Marcelly Ribeiro explica o que é esse curso e como o marido pode ajudar na hora do parto. Casais grávidos relatam sua experiência e falam de expectativas para o parto.
As parteiras Márcia Koiffman e Priscila Colacioppo foram as convidadas do programa Lá em Casa, na última terça-feira, 22 de março. Itacira Galasso, que teve parto em casa, também deu seu depoimento.
Lá em Casa from Vanessa Caubianco on Vimeo.
Nenhum dos argumentos listados abaixo justifica a cesárea. No entanto, são comumente ouvidos pelas gestantes nos consultórios médicos.
“O bebê está com o cordão enrolado”
“Você está com a pressão alta” ou “Você está com a pressão baixa”
“O bebê não está encaixado” ou “O bebê é muito grande”
“O bebê passou do tempo” ou “Você não tem dilatação”
“Como donos da informação, muitos obstetras não admitem questionamentos”, diz a ginecologista e obstetra Melania Amorim. “É difícil argumentar quando não se tem essas informações. Afinal de contas, quem está dizendo isso é o médico em quem a mulher confia e que acompanhou todo o pré-natal”, completa a obstetra Andrea Campos, em matéria publicada pelo portal iG. Clique para ler o texto completo.
Revista Crescer – janeiro/2011
O parto de perto
“Em uma das salas da maternidade destinada ao parto humanizado, Juliana aliviava as dores das contrações dentro da banheira com a ajuda de Cris e da obstetriz Esmerinda Cavalcante, a Mema. Ela pediu, então, que o marido a acompanhasse. Na equipe também está Douglas Gomes, pediatra e neonatologista que irá acompanhar Henry depois que ele sair da barriga da mãe.
Eram 12h20 quando o obstetra Jorge Khun colocou o aparelho de ultrassom para monitorar o bebê. O coração de Henry se ouvia forte: 148 batimentos por minuto. Mais um exame de toque para aprender também o que fazer na hora H: “Quando a contração vier você conta um, dois, três, puxa o ar e solta. Na hora certa você deve empurrar”, explica Jorge.” Clique para ler o texto completo.
Revista do Crefito – SP – abril/2010
Em boa companhia!
Trecho:
“A Dra. Miriam Zanetti, coordenadora da especialização de fisioterapia em obstetrícia da UNIFESP e supervisora do núcleo de estágios de fisioterapia em ginecologia obstetrícia da UNIFIEO, trabalha com um aparelho alemão chamado “Epi-no” e a massagem perineal. O equipamento serve para quantificar a flexibilidade da musculatura do períneo. Um estudo realizado com 230 gestantes demonstrou que a partir de 21 cm de perimetria, a mulher tem 5 vezes mais chance de permanecer com períneo íntegro, sem episiotomia ou laceração, lesões que podem ocorrer no momento da expulsão fetal.”
Clique na imagem para ler a reportagem completa
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